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Sexta-feira, Setembro 26, 2003
e da-lhe lançamentos !
Quem vê Donnie Darko logo imagina se tratar de um adolescente desajustado. Na verdade, Donnie está à beira da loucura, devido a visões constantes de um coelho monstruoso, que tenta manter-lo sob a sua sinistra influência. Incitado pela aparição, Donnie tem atuação anti-social, enquanto se submete à terapia, sobrevive às extravagâncias da vida e do romance no colégio e, por acaso, escapa a uma estranha morte devido à queda de um avião. Donnie luta contra os seus demônios, literal e figurativamente, numa intriga de histórias entrelaçadas que jogam com as viagens no tempo, gurus fundamentalistas, predestinação e os desígnios do universo.
Critica da Zeta Filmes ( e endossada por mim LOL )
Você não escolhe pelo quê você se apaixona. Algumas coisas tem o poder de tocar uma nota desconhecida em você, somente em você, e essa exclusividade faz com que o mundo não compartilhe de sua opinião, da maneira que você se sente. Há dois anos acompanho o progresso de "Donnie Darko", do roteiro ao filme feito. Tenho uma cópia pirata em minhas mãos agora. Há momentos que a pessoa que estava gravando dentro do cinema parece estar tendo um ataque epilético ¿ ou simplesmente medo de ser pego -, o som chia feito rádio mal sintonizado, tem partes da fita que parecem a beira de se desintegrar tamanha interferência do tracking, mas é simplesmente um daquele filmes em que toda vez que eu passo, eu me imerso nele.
Uma das sessões mais disputadas do festival de Sundance de 2001, onde conseguiu seu distribuidor, "Donnie Darko" conseguiu frustrar muitas pessoas. Debut do roteirista/diretor Richard Kelly, o filme é batizado pelo personagem principal, um adolescente americano de classe média, que sofre de distúrbios emocionais. Mais: ele é sonâmbulo. Numa dessas sonambulices, ele encontra a grande chave do roteiro desse filme, um personagem imaginário, que lhe informa que o mundo vai acabar em 28 dias.
Oh... Meu... Deus... Frank, O Coelho.
Quando Frank, O Coelho aparece da escuridão, um coelho de máscara metálica de 2 metros de altura, de fala mansa, o filme catapulta-se da órbita da normalidade. Donnie acorda num campo de golfe longe de casa, com o tempo exato que falta para o mundo acabar escrito em seu braço. Vai para casa e descobre que escapou da morte: uma turbina de avião caiu sobre seu quarto. O tempo que ele tem, na realidade, foi lhe dado emprestado para que ele salve o mundo. E abaixo toda a estranheza, o filme nada mais é do que sobre as segundas chances que todos nós gostaríamos de ter. Não é simplesmente uma complicação em cima do básico. É uma nova perspectiva. Com uma peculiaridade para quem nasceu no começo dos anos 80 ¿ e aí o ingrediente para que ele seja uma experiência mais completa para uns do que para outros.
Passado em 1988. "Donnie Darko" tem sem sombra de dúvida, A MELHOR TRILHA SONORA DOS ÚLTIMOS ANOS. É tão boa que eu devia listá-la. O filme abre com Echo And The Bunnymen entoando "The Killing Moon"! Tem "Notorious" do Duran Duran! Na primeira vez em que eu assisti e tocou "Head Over Hills" do Tears For Fears, eu urrei de prazer. Sem contar INXS, The Cure, mais Echo And The Bunnymen, mais Tears For Fears (na realidade, uma cover de "Mad World", que toca nos letreiros finais, feita por um cantor/pianista, lindamente executada, tirando toda a raiva daquela música e transformando em melancolia)... o filme é um desbunde musicalmente. É aí que o filme toca muita gente: é um filme que fala sobre poder mudar o passado e o clima nostálgico é reforçado pelas canções. Parece exclusivismo, mas o filme deveria ser censurado para menores de 18 anos porque não funciona da mesma maneira para quem é abaixo dessa faixa etária. Duvido que, por exemplo, a conversa sobre a sexualidade dos Smurfs seja apreciado com o mesmo prazer.
Richard Kelly guia seu roteiro como uma homenagem à narrativa Stephen King, à literatura de entretenimento adolescente de terror. Ainda mais, tem um carinho por todos os que retrata. Por exemplo, os pais de Donnie não são retratados como ricaços workaholics negligentes. Eles são, finalmente, seres humanos sofrendo pela condição do filho, mas que estão numa posição de impotência. Quando descobrem que Donnie é suspenso do colégio porque mandou a professora enfiar a lição no rabo, eles riem ¿ quando aconteceu comigo, meu pai assinou meu termo de compromisso de que eu não voltaria a fazer merda, caso contrário, eu seria expulso, mas me parabenizou enquanto saíamos da sala da coordenadora. Há um momento em que Donnie Darko conversa com a irmã menor em que tudo está clicando: as atuações, o roteiro, a cinematografia. Mas eu devia parar de contar o filme inteiro.
Jake Gylenhaal simplesmente "é" Donnie Darko ¿ ele consegue cobrir todas as camadas do personagem com maestria. O mesmo vai para Mary McDonnell como a mãe, amorosa, mas que perdeu o controle sobre o filho problemátco. O resto do casting abocanha o que o roterio lhes oferece: brilham aqui Jena Malone, Noah Wyle (o médico de E.R.), até Patrick Swayze está bem como um guru hilário! Só Drew Barrymore não convence como uma professora de literatura cabeça ¿ muito imatura para o papel (comecei a achar que "E.T." foi uma péssima escolha na carreira dela). Mas como ela é uma das produtoras do filme, a gente vai se utilizar do laisser passer.
Muita gente acusa "Donnie Darko" de ser pretensioso, de ter um final insatisfatório depois de um desenvolvimento interessante. O filme tem falhas, óbvio, mas que todos fazem questão de evidenciar pois é o primeiro trabalho de um diretor estreante. O final me pareceu absolutamente coerente com tudo o que é apresentado duas horas antes. Realmente, o filme parece ansiar muito e cobre uma variedade de assuntos extensa e meio exagerada para aquilo que quer passar (o filme fala sobre física, filosofia e o escambau), mas a melhor defesa/justificativa eu encontrei numa citação feita por um jornalista de Chicago: "pretensão e inventividade superam mediocridade em qualquer dia". Eu sei que existe aquele filme horroroso com Elijah Wood e Bruce Willis, mas ESTE é o filme com coelho imaginário gigante que você estava esperando.
O filme acompanha um período da vida de Ronnie Dobbs, um cara alienado, sem estudos, um baderneiro, desempregado que passa seus dias bebendo cerveja e infernizando a vida dos moradores da pequenda cidade onde vive, na Georgia. Seu destino, entretanto, dá uma virada de 180 graus quando o famoso e arrojado produtor de TV Terry Twillstein descobre Ronnie ao veruma de suas prisões em um reality show policial na TV. De repente, Ronnie está em Hollywood e é um astro da TV! Enquanto Terry consegue o que queria - um programa que é um maior sucesso de audiência - Ronnie tenta acostumar-se à nova rotina e trazer de volta o grande amor de sua vida: sua ex-mulher que foi embora. Com inteligência, certa ingenuidade e ua sorte absurda, Ronnie e Terry conquistam muito mais do que imaginavam conseguir.
Critica da centervideo :
Gente o impossivel aconteceu.....quando eu pensava ser impossivel ser feito filme mais idiota e imbecil
do que o infame "Fora de Casa" me aparece esta perola que consegue empatar com o dito cujo até nos milésimos de
segundo....este é o grande problemas com filmes de besteirol, quando ele pega a veia certa é risos e mais risos...mas quando eraa mata o paciente sem dó LOL...
O filme é desinteressante e aposta na escatologia para fazer funcionar suas fracas piadas, mas no final a gente se dá conta que tudo é um monte de merda que não tem material nem pra um curta metragem , quanto mais pra um longa...
Aliás tá dificil uma comédia boa ultimamente....acho que o genero bateu o fundo do poço e aqui esta esta obra prima que não me deixa mentir, sem mais insultos....nem é preciso....só uma coisa...desafio qualquer um que gostar desta coisa a fazer um teste de QI e provar ser mais inteligente que o protagonista do filme....é uma comédia retardada pra gente que repetiu o vestibular da APAE.
NOTA 0
No Corredor da Morte
Título Original: Half Past Dead / Lockdown
Gênero: Ação
Origem/Ano: EUA-ALE/2002
Duração: 98 min
Direção: Don Michael Paul
Elenco:
Steven Seagal...
Morris Chestnut...
Ja Rule...
Nia Peeples...
Kurupt...
Tony Plana...
Michael Taliferro...
Matt Battaglia...
Richard Bremmer...
Stephen J. Cannell...
Claudia Christian...
Yasmina F.-Bohnen...
Hannes Jaenicke...
Mo'N. I.-Jackson...
Jed Sutton...
Sinopse: Sascha Petrosevitch (STEVEN SEAGAL), um agente secreto viúvo que se passa por um perigoso ladrão internacional de carros, possui muitos amigos - em ambos os lados da lei. Um deles é o condenado Nick Frazier (JA RULE), que tem sido uma espécie de irmão para ele. Durante uma noite de trabalho, Sascha e Nick são interceptados por uma agente feminina do FBI chamada E.Z. Williams que, sem o conhecimento de Nick, está trabalhando em parceria com Sascha. Nick não admite entregar-se e a polícia manda fogo contra ele. Sascha leva sete tiros no lugar de Nick - salvando a sua vida. O coração de Sascha pára por 22 minutos - "no corredor da morte", ele é salvo na hora em que já estava sendo considerado como morto.
Para manter sua identidade em segredo, Sascha é condenado com Nick à reclusão na recém reformada prisão high-tech de Alcatraz, onde os detentos são monitorados por um chip especial implantado neles como forma de prevenção contra fugas. O presídio também conta com uma novíssima e moderna câmara de execuções, que será usada pela primeira vez para a execução do lendário prisioneiro Lester, condenado por roubo a um carro forte que carregava 200 milhões de dólares em ouro. O valioso metal nunca foi recuperado e Leste se recusa a contar para qualquer pessoa o seu paradeiro, inclusive a juíza da Suprema Corte que o condenou à morte e que agora está presente no presídio para testemunhar a sua execução. Com apenas uma hora para viver, Lester solicita a presença de Sascha em sua cela. Lester deseja saber dele como é estar tão perto da morte, mas o calejado Sascha não tem muita coisa a dizer.
Momentos antes de a sentença de Lester ser cumprida, um grupo de dez mafiosos, "os 49ers," vestindo uniformes pretos de combate, invade a prisão. Comandados pelo psicótico e inescrupuloso 49er Um (MORRIS CHESTNUT), que possui um conhecimento profundo dos sistemas de segurança e de comunicação do presídio, eles foram até lá por apenas um motivo: achar o lugar onde o ouro foi enterrado. Quando Leste recusa a cooperar e os 49ers começam a fazer reféns, inclusive a juíza da Suprema Corte, Sascha terá de reunir seus prisioneiros aliados para controlar os comandos altamente bem treinados. A lealdade de Nick é testada quando ele descobre a verdade sobre a identidade de Sascha, e terá de escolher quem ele irá defender na luta final contra os 49ers...
Numa explosiva luta coroada de muita ação entre criminosos protegidos pela mais alta tecnologia e prisioneiros furiosos, Alcatraz transforma-se num campo de batalha em que um grupo de homens condenados pela justiça brigam em defesa do sistema que os colocou dentro da cadeia. Quando os 49ers escapam, levando com eles Lester e a juíza da Suprema Corte, Sascha dá início à perseguição com a ajuda da Agente E.Z. Williams. Sascha e 49er Um confrontam-se rumo a um final amargo, numa operação resgate de tirar o fôlego de um helicóptero cujo destino é a liberdade ...
Nota da Centervideo :
Apesr de ainda não ter visto este aqui, deve ser mais um filmeco de mocinho trancado na prisão com os vilões etc etc...
a julgar pelos pessimos trabalhos de seagal ultimamente , minhas esperanças pra este aqui são igualmente baixas...
mas para os fãs que querem saber mais heis aqui um link legalzinho:
Clique e veja mais sobre este filme !
Emmett é um jovem poolicial que, de repente, se descobre portador de uma grave doença em fase terminal. Atordoado, ele aceita a estranha proposta de um ex-policial que conhece por acaso. A proposta é a seguinte: Emmett aproveita o pouco tempo de vida que lhe resta da melhor forma que puder e, depois de alguns dias, sem hora ou local determinado, o ex-policial o matará. Tudo muito limpo, sem preocupações, sem sofrimento. Ocorre que, durante esse período, Emmett descobre que tudo não passou de um terrível engano médico e que sua saúde está absolutamente em dia. Exceto por um detalhe: um estranho que Emmett não sabe quem é nem onde encontrar está prestes a matá-lo. Numa corrida desesperada contra o tempo, agora Emmett precisa encontrar o matador de aluguel antes de ser encontrado e morto por ele.
postado por: JULIO ASSUNÇÃO 9:09 AM
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Quarta-feira, Setembro 24, 2003
Sucessos do Cinema chegaram esta semana
Nota 7,0
BATER OU CORRER EM LONDRES é mais uma aventura da dupla mais divertida dos últimos tempos, Chong Wang (JACKIE CHAN) e Roy O´Bannon (OWEN WILSON). Desta vez, Chang larga a sua honrada vida de xerife, depois de receber a notícia que seu pai fora assassinado misteriosamente. Prometendo vingança, reencontra seu parceiro de outras histórias, Roy. As pistas levam os heróis da América para Londres e os dois acabam envolvidos numa intriga que eliminaria a família real. Chang está cheio de problemas: vingar a honra de seu pai, dar um jeito nos britânicos vitorianos e...deixar Roy bem longe de sua irmã! Quem disse que você não pode ensinar novos truques ao velho mundo?
Ficha Técnica
Título Original: Shanghai Knights
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 107 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2003
Site Oficial: http://studio.go.com/movies/shanghaiknights
Estúdio: Touchstone Pictures / All Knight Productions LLC / Birnbaum/Barber / Jackie Chan Films Limited / Roger Birnbaum Productions / Spyglass Entertainment / Stillking
Distribuição: Touchstone Pictures / Buena Vista International
Direção: David Dobkin
Roteiro: Alfred Gough e Miles Millar, baseado em personagens criados por Alfred Gough e Miles Millar
Produção: Gary Barber, Roger Birnbaum e Jonathan Glickman
Música: Randy Edelman
Fotografia: Adrian Biddle e Harvey Harrison
Desenho de Produção: Allan Cameron
Direção de Arte: Giles Masters, Tony Reading e Jaromic Svarc
Figurino: Anna B. Sheppard
Edição: Malcolm Campbell
Efeitos Especiais: Cinesite Ltd. / Effects Associates Ltd.
Elenco
Jackie Chan (Wang Chon)
Owen Wilson (Roy O'Bannon)
Aaron Johnson (Charlie)
Tom Fisher (Artie Doyle)
Aidan Gillen (Rathbone)
Fann Wong (Lin Chon)
Donnie Yen (Wu Chan)
Oliver Cotton (Jack, o estripador)
Alison King (Prostituta)
Gemma Jones (Rainha Vitória)
Constantine Gregory (Prefeito)
Kim Chan (Pai de Wang)
Curiosidades
- Bater ou Correr em Londres marca a primeira luta no cinema entre Jackie Chan e Donnie Yen. Ambos fizeram sucesso no cinema de Hong Kong, mas nunca haviam lutado um contra o outro em algum de seus filmes.
- Durante os créditos finais são exibidos diversos erros de gravação.
- O orçamento de Bater ou Correr em Londres foi de US$ 50 milhões.
Nota 4,0
Início do século 19. Em busca de aventuras, dois noviços invadem uma misteriosa sala secreta do convento onde moram. Ali estão livros sagrados, segredos inconfessáveis, mistérios insondáveis que desafiam as leis de Deus e as do demônio. Curiosos, os rapazes encontram uma estranha escultura. Um artefato mortífero que ganha vida própria, liberta duas mulheres demoníacas e abre uma fenda nos portais do tempo. Em segundos, estas duas malignas criaturas cruzam o tempo e o espaço e vão parar nos Estados Unidos dos dias atuais. Em pânico, o alto clero do convento decide enviar o frei Tomas Alcala (Greg Serrano) ao futuro para tentar deter as insaciáveis mulheres diabólicas. Porém, chegando ao século 21, Tomas encontra forças malignas que ele sequer supunha existir. A luta entre o Bem e o mais terrível dos males está apenas começando.
Nota 6,5
Ficha Técnica
Título Original: Johnny English
Gênero: Comédia
Tempo de Duração:
Ano de Lançamento (Inglaterra): 2003
Site Oficial: www.johnny-english.com
Estúdio: Rogue Male Films Ltd.
Distribuição: Universal Pictures / UIP
Direção: Peter Howitt
Roteiro: William Davies, Neal Purvis e Robert Wade
Produção: Tim Bevan, Eric Fellner e Mark Huffam
Música: Ed Shearmur
Fotografia: Remi Adefarasin
Desenho de Produção: Chris Seagers
Direção de Arte: John Frankish e Alan Gilmore
Figurino: Jill Taylor
Edição: Robin Sales
Efeitos Especiais: Double Negative
Elenco
Rowan Atkinson (Johnny English)
John Malkovich (Pascal Sauvage)
Natalie Imbruglia (Lorna Campbell)
Ben Miller (Bough)
Douglas McFerran (Vendetta)
Tim Pigott-Smith (Pegasus)
Kevin McNally (Primeiro-Ministro)
Radha Mitchell
Sinopse
Pascal Sauvage (John Malkovich) é um perigoso ladrão que consegue roubar as jóias da Coroa britânica, sendo que está em seus planos roubar futuramente também o trono real. Para recuperar as jóias roubadas é convocado Johnny English (Rowan Atkinson), que terá como parceira em sua missão a bela Lorna Campbell (Natalie Imbruglia).
Curiosidades
- Johnny English é um agente secreto covarde e incompetente criado pelo próprio Rowan Atkinson, tendo aparecido pela primeira vez em uma série de comerciais da Barclaycard exibidos na Inglaterra.
- Johnny English é o primeiro filme estrelado pela cantora Natalie Imbruglia
Nota 8,0
Baseado na obra literária do mestre do terror americano, Stephen King (À Espera de um Milagre e Rose Red - A Casa Amaldiçoada), O Apanhador de Sonhos (Dreamcatcher, 2002, 136 min), segue a linha de suspense e emoção característicos do autor, desta vez, na pele de quatro crianças que recebem, misteriosamente, poderes sobrenaturais. Jonesy (Damian Lewis, de Band of Brothers), Pete (Timothy Olyphant, de Pânico 2), Beaver (Jason Lee, de Quase Famosos) e Henry (Thomas Jane, de Pecado Original) são quatro melhores amigos que, no passado, fizeram algo que nunca mais esqueceriam. Algo que ficaria com eles para sempre. Eles salvam Duddits (Donnie Wahlberg, também de Band of Brothers), um menino com problemas mentais, de uma gangue formada por garotos bem mais velhos que ele. O garoto fica eternamente agradecido e não esquecerá jamais a atitude dos quatro amigos. Duddits querendo retribuir o que lhe fizeram, dá de presente algo valioso. Mais um poder. Uma arma que desenvolverá nos quatro parceiros a capacidade de se comunicarem entre eles, mentalmente. A amizade deles nunca esteve tão forte. Até se tornarem adultos... As novas rotinas e o dia-a-dia diferente de cada um os afastam um do outro. O forte elo do passado vira quase que uma lenda para eles. Até que decidem se reencontrar todo ano para reviverem bons momentos e relembrarem a infância. O ponto de encontro é o Maine. Um fim de semana especial para caçarem em meio às florestas da região. E uma cabana é o porto seguro. Chegam lá e, aparentemente, tudo está tranqüilo e perfeito para colocarem o papo em dia. Só que eles não contavam com algumas surpresas ao longo da viagem. Pequenos e intrigantes acidentes acontecem. Eles são surpreendidos por uma nevasca violenta e por criaturas misteriosas e assustadoras no meio da estrada. Eles poderão contar com a ajuda do Coronel Curtis (Morgan Freeman, de Amistad), um funcionário do governo, que chegará na região e encontrará tudo de pernas para o ar. Mas, será que ele vai ajudar a desvendar esse mistério? Ou os quatro amigos estão sozinhos nessa roubada?
Ficha Técnica
Título Original: Dreamcatcher
Gênero: Terror
Tempo de Duração:
Ano de Lançamento (EUA): 2003
Site Oficial: http://dreamcatchermovie.warnerbros.com
Estúdio: Castle Rock Entertainment / NPV Entertainment / Village Roadshow Productions / SSDD Films Inc.
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Lawrence Kasdan
Roteiro: Lawrence Kasdan e William Goldman, baseado em livro de Stephen King
Produção: Lawrence Kasdan e Charles Okun
Música: James Newton Howard
Fotografia: John Seale
Desenho de Produção: Jon Huttman
Direção de Arte: Kendelle Elliott e W. Steven Graham
Figurino: Molly Maginnis
Edição: Raúl Dávalos e Carol Littleton
Efeitos Especiais: Industrial Light & Magic
Elenco
Morgan Freeman (Coronel Abraham Curtis)
Thomas Jane (Dr. Henry Devlin)
Jason Lee (Joe "Beaver" Clarendon)
Damian Lewis (Gary "Jonesy" Jones)
Tom Sizemore (Capitão Owen Underhill)
Timothy Olyphant (Pete Moore)
Donnie Wahlberg (Douglas "Duddits" Cavell)
Ingrid Kavelaars (Trish Oservich)
Alex Campbell (Richie Grenadeau)
Chera Bailey (Rachel Mendol)
Shauna Kain (Josie Rinkenhauer)
Campbell Lane (Gosselin)
Ty Olsson (Sargento Andy Janas)
Curiosidades
- O personagem de Morgan Freeman teve seu nome alterado de Kurtz para Curtis no cinema, para evitar que o público acreditasse que ele fosse uma referência ao personagem de mesmo nome de Apocalypse Now.
- Este é a terceira vez em que o roteirista William Goldman adapta para o cinema um livro escrito por Stephen King. As anteriores foram em Louca Obsessão (1990) e Lembranças de um Verão (2001).
- Juntamente com o filme foi exibido nos cinemas o curta-metragem O Último Vôo de Osíris, da série Animatrix
Prepare-se para um suspense intenso em SEM PISTAS com os astros BENJAMIM BRATT (Miss Simpatia) e KATIE HOLMES (Tentação Fatal). A pressão da vida acadêmica faz com que a bela e promissora Katie Burke (HOLMES) veja coisas. Ela ainda não superou seu romance com Embry e seu desaparecimento misterioso, sem pistas. Depois de dois anos, o detetive Wade Handles (BRATT) entra na agitada vida de Katie tentando descobrir o paradeiro de Embry. Cada vez mais íntimos, Katie e Wade têm que enfrentar todos os fantasmas do passado.
postado por: JULIO ASSUNÇÃO 7:09 PM
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Sexta-feira, Setembro 19, 2003
Paraiso do filme "" B"" ....as mer....err.... perolas que chegaram esta semana...
Uma competição de esqui na neve está prestes a começar numa estação de inverno canadense. No hotel onde os competidores estão alojados a adrenalina está a mil. Jovens atletas se refugiam do frio enquanto outros, mais atrevidos, sobem as encostas durante a noite para uma aventura radical. Descer por um dos lados de uma perigosa montanha. Bêbados e sem conhecer a região, eles provocam uma tragédia sem precedentes. Uma avalanche desce o morro deixando um rastro de morte. Mas o pior ainda está por vir. Detonadores fincados no topo da montanha devem explodir em pouco tempo. A vida de centenas de pessoas está nas mãos de Rick, um campeão olímpico, sua mulher Lauren e Scott, o antigo gerente do hotel. Lutando contra o tempo, eles não vão poupar esforços numa arriscada operação de resgate. Agora, cada segundo é precioso
George está de volta em uma mais divertida aventura que vai deixar qualquer um maluco. A sogra de George, Beatrice Atanhope, não quer que Ursula, sua filha, fique zanzando com o rei das selvas para sempre. Ela e Lyle, ex-noivo de Ursula, conspiram um plano para separá-los: hipnotizam Ursula e a obrigam a deixar George para sempre. É quando todos vão parar em Las Vegas. Lá, George, Ape, Shep e Tookie vão tentar resgatar Ursula das garras de Lyle. Em seguinda, voltam para a selva, que também está sendo ameaçada por um destruidor valentão. Você vai dar boas risadas com este filme da turma superdivertida do Rei das Selvas.
Quatro bandidos insanos invadem uma casa. Nessa noite, mãe e filha vivem momentos de puro terror. O assalto acaba em tragédia. Anos depois, eles voltam a se encontrar. Fugitivos, três componentes do bando procuram o quarto homem, Christian, o responsável pelas suas prisões, que agora é um frade e vive num monastério. Endiabrado, o trio de matadores cruéis procura vingança. Em poucos segundos a igreja se transforma numa filial do inferno. Agora Christian está entre a cruz e a espada. Um jogo regado a muito sangue está para começar.
postado por: JULIO ASSUNÇÃO 9:52 AM
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Mais Novidade !
Ficha Técnica
Título Original: The Quiet American
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 118 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2002
Site Oficial: www.miramax.com/quietamerican
Estúdio: IMF Internationale Medien und Film GmbH & Co. 2 Produktions KG / Mirage Enterprises / Pacific Film / Saga
Distribuição: Miramax Films / Buena Vista International
Direção: Philip Noyce
Roteiro: Christopher Hampton e Robert Schenkkan, baseado em livro de Graham Greene
Produção: Staffan Ahrenberg e William Horberg
Música: Craig Armstrong
Fotografia: Christopher Doyle, Huu Tuan Nguyen e Dat Quang
Desenho de Produção: Roger Ford
Direção de Arte: Ian Gracie e Jeffrey Thorp
Figurino: Norma Moriceau
Edição: John Scott
Efeitos Especiais: Animal Logic
Elenco
Brendan Fraser (Alden Pyle)
Michael Caine (Thomas Fowler)
Do Thi Hai Yen (Phuong)
Rade Serbedzija (Inspetor Vigot)
Tzi Ma (Hinh)
Robert Stanton (Joe Tunney)
Holmes Osborne (Bill Granger)
Pham Thi Mai Hoa (Irmã de Phuong)
Quang Hai (General The)
Ferdinand Hoang (Sr. Muoi)
Mathias Mlekuz (Capitão Sorel)
Sinopse
Em 1952 Saigon está em plena guerra, envolvida na luta pela libertação do local do domínio francês. É nesta época que chega Alden Pyle (Brendan Fraser), um agente da CIA idealista que é enviado para ajudar as forças locais. Lá ele conhece Thomas Fowler (Michael Caine), um veterano correspondente do jornal London Times, que lhe apresenta Phuong (Do Thi Hai Yen), uma bela vietnamita com quem está envolvido. Logo Pyle também se envolve com Phuong, criando um triângulo amoroso que traz uma série de revelações a tona
Premiações
- Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Ator (Michael Caine).
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Ator - Drama (Michael Caine).
- Recebeu uma indicação ao BAFTA, na categoria de Melhor Ator (Michael Caine).
Curiosidades
- O orçamento de O Americano Tranquilo foi de US$ 30 milhões.
- Refilmagem de Um Americano Tranquilo (1958).
O Americano Tranquilo revisita conflito EUA-Vietnã
""O romance profético que Graham Greene escreveu em 1955 sobre a fase inicial do envolvimento norte-americano no Vietnã ganha um tratamento incisivo e cheio de nuanças nesta segunda versão para as telas de O Americano Tranquilo.
O filme já estava pronto, mas ficou guardado na prateleira por algum tempo porque imaginou-se que a crítica que ele faz ao comportamento dos EUA no exterior não seria bem recebida no ambiente político pós-11 de setembro.
Mas a polêmica resultante só pode estimular o interesse do público e pode vir a calhar, neste momento em que cresce a discussão pública sobre os prós e contras das intervenções militares americanas em países distantes. Para completar, o filme traz Michael Caine em uma de suas melhores performances num papel principal.
Esta segunda versão do livro, muito bem dirigida por Phillip Noyce a partir de um roteiro dos dramaturgos Christopher Hampton e Robert Schenkkan, não apenas tem a vantagem da fidelidade (que não é má idéia, quando o autor do livro original era um contador de histórias e criador de personagens tão bom quanto Greene), como também da autenticidade, tendo sido rodado no Vietnã, com atores vietnamitas.
Na cena inicial, uma noite que parece apenas ser animada, em Saigon, por volta de 1952, vira caótica quando é descoberto o corpo de um jovem americano num rio.
O veterano correspondente do Times, de Londres, Thomas Fowler (Michael Caine), é interrogado sobre o incidente por um inspetor de polícia francês, e o velho jornalista faz um relato de seu relacionamento com Alden Pyle (Brendan Fraser). X primeira vista, Pyle é o protótipo do americano ingênuo no exterior, sempre de terno, gravata e óculos e afirmando estar na Indochina em missão médica.
Apesar da evidente ingenuidade do americano "tranquilo" e culto, filho de um professor universitário, Fowler o acha preferível aos ianques muitas vezes grosseiros e beberrões que lotam os clubes e outros locais frequentados pelos senhores coloniais na Indochina, num momento em que o poder da França se esvaía no país.
Fowler vive uma vida tranquila em Saigon, trabalhando pouco, já que o mundo externo ainda não está muito interessado nessa parte do sudeste asiático, e curtindo um caso amoroso com a bela vietnamita Phuong (Do Thi Hai Yen), que lhe prepara seus cachimbos de ópio e transa com ele sem expectativa de casamento, já que a mulher de Fowler, na Inglaterra, se recusa a lhe dar o divórcio.
Mas a situação se complica quando o jovem e vigoroso Pyle também se apaixona por Phuong e o Times chama Fowler de volta a Londres.
Ao mesmo tempo em que começa de maneira sorrateira o envolvimento dos EUA no Vietnã, a relação entre Fowler e Pyle vai ficando cada vez mais complexa, e Fowler pouco a pouco começa a perceber que Pyle não é quem aparenta ser. Phuong começa a namorar Pyle e abandona o homem mais velho, que se convence de que esse abandono será o começo de seu fim. Pyle salva a vida do jornalista depois que os dois são atacados numa torre abandonada.
A postura política do filme, como a do livro original, fica clara a partir da cena pivô em que carros-bomba explodem na praça principal de Saigon.
Mais uma vez, os comunistas são considerados culpados pelo atentado, que deixa mais de 30 mortos, mas Fowler descobre que foi uma operação sigilosa da CIA e que o encarregado dela foi justamente Pyle.
Logo, o americano tranquilo é terrorista, mas ele próprio vê sua atuação sob outra perspectiva. "No longo prazo, vou salvar vidas", ele insiste com Fowler. O livro termina com uma sucessão de artigos de Fowler publicados no jornal, apresentando a história do envolvimento americano no Vietnã e a escalada da guerra ao longo dos anos 1960.
Reuters""
postado por: JULIO ASSUNÇÃO 9:21 AM
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Terça-feira, Setembro 16, 2003
Muitas Novidades esta Semana !!!
Baseado no livro de Natalie Babbitt, VIVENDO NA ETERNIDADE é um filme cativante para todas as idades. No elenco, os premiados com o Oscar®, WILLIAM HURT, SISSI SPACEK e BEN KINGSLEY. Winnie Foster é uma garota que teve uma educação muito rígida. Por uma mudança do destino, acaba conhecendo a estranha família Tuck e aprende um jeito diferente de aproveitar a vida.Porém surge um desconhecido ameaçando o mundo dos Tuck. Winnie terá que decidir entre voltar a viver os velhos padrões de vida ou optar por uma nova forma de viver.
Critica da Centervideo :
"" Filminho bem Disney mesmo, é leve e serve pra familia inteira, nada de excepcional mas cumpre seu papel, é bem interessante por varios momentos, pena que tambem cai em varios clichês e buracos, mas no geral é bom....Nota 7.5 ""
Denzel Washington estréia triunfalmente como diretor e Derek Luke está fantásticoem seu primeiro papel para as telas de cinema, nesta história intensa sobre sobrevivência e triunfo. Inspirado em acontecimentos reais da vida de Antwone Fisher, Voltando A Viver conta a história comovente de um marinheiro rebelde (Luke) que recebe ordens para consultar-se com o psiquiatra da Marinha (Washington), pois precisa aprender a dominar seu temperamento instável. O que ele não imaginava era que, ao entrar no consultório do médico, seria iniciada uma profunda viagem emocional que o fará confortar-se com seu doloroso passado e estabelecer ligações com a família que ele nunca conheceu
Critica da Centervideo :
"" Otimo drama, confesso que eu demorei pra assistir este aqui...pensava que seria mais um draminha bobo sobre racismo e etc...mas até que ele me surpreendeu, deu um enfoque diferente , representando o racismo dos negros entre sí, tem varios momentos emocionantes, principalmente o encontro do personagem com sua mãe....o cara mandou bem pra caramba...mela os olhos LOL....Nota 9.0 ""
Esse é o mote da comédia A Máfia Volta ao Divã (Analyze That, 2002, 95 min.), que a Warner lança agora em home vídeo, após uma divertida carreira nos cinemas. E é o cenário perfeito para que a dupla dê continuidade às situações e piadas que caracterizaram o primeiro filme. Vitti terá em seu encalço tanto seus antigos inimigos e aliados da máfia, que querem fazê-lo voltar à ativa, quanto o FBI, que espera usá-lo como isca para prender todo o grupo. Enquanto isso, Sobel tenta demovê-lo da idéia, chegando ao ponto de obrigá-lo a se hospedar em sua própria casa. As situações engraçadas desenvolvem-se em torno do conflito do mundo de Vitti com o de Sobel, à medida que os dois são obrigados a interagir para atingir seus objetivos: Sobel tem de manter Vitti longe do crime, e o mafioso tem de se livrar de uma conspiração para matá-lo e esconder do FBI suas verdadeiras intenções. Parte dos personagens do primeiro filme também está de volta, como a esposa de Sobel, Laura (Lisa Kudrow, a Phoebe do seriado Friends) e o braço direito de Vitti, Jelly (Joe Viterelli, de Tiros na Broadway e O Amor é Cego). E desta vez a participação da cúpula da máfia é maior do que no primeiro filme, incluindo até uma mulher na chefia da organização, Patti LoPresti (Cathy Moriarty, de Cop Land e que também contraceu com DeNiro no filme que lhe rendeu o Oscar, Touro Indomável). Os roteiristas Kenneth Lonergan (Gangues de Nova York) e Peter Tolan (Os Queridinhos da América), mesma dupla do primeiro filme, também brincam com os próprios filmes de gângsters. Vitti, por exemplo, acaba trabalhando como consultor num seriado sobre mafiosos, e um dos capangas de seus inimigos é chamado de Al Pacino, talvez como forma de lembrar a trilogia O Poderoso Chefão. A direção fica novamente a cargo de Harold Ramis (que fez pontas como ator em vários filmes, incluindo Melhor Impossível, e dirigiu Feitiço do Tempo, entre outros), que também ajudou nos roteiros.
Dirigido por Steven Schachter (Um Duvidoso Caso de Assassinato), De Porta em Porta (Door to Door, 2002, 90 min) traz a dramática e verídica história de William H. Macy (Jurassic Park 3 e Assassinato em Primeiro Grau), que interpreta Bill Porter, um homem que ganha a vida de uma maneira não tão usual. Ele é vendedor e vai até a casa das pessoas para conseguir ganhar seu dinheiro. A vida de Porter seria normal e tranqüila se não fossem alguns empecilhos... Ele é um homem de ambição e sonha com uma carreira profissional. Uma que lhe desse méritos e pela qual sentissem orgulho dele. O grande problema é que esse humilde vendedor sofre de uma doença cerebral, o que o impediu de realizar alguns objetivos. Batendo de porta em porta há muitos anos, Porter entra em contato com inúmeras pessoas e realidades. Sua doença não o fez parar de trabalhar, de sorrir, de tentar ser feliz e se realizar. Ele vai lutar até o fim pelo que quer. De fácil amizade, o vendedor acaba por tocar cada consumidor com sua emocionante história e seus sonhos não-realizados. Isso acaba por transformar, de maneira diferente a cada um, a vida dessas pessoas. Elas descobrirão o que significam as palavras fé, esperança e vontade de mudar. Um homem já na metade de sua vida. Quem diria que ele se enchesse de forças e de uma vez por todas fizesse algo por ele mesmo? Sem ter pena de si e simplesmente lutar pelos seus ideais. Agora, ele está na competição. É a sua vida que está em jogo! Porter mudará para sempre o modo de pensar de sua clientela. E dará um passo a frente na sua vida. Fará algo que se orgulhará e que ficará na mente e no coração de todos que já o conheceram. Ele queria vencer. E não desistiu.
Ficha Técnica
Título Original: X2: X-Men United
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 134 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2003
Site Oficial: www.x2-movie.com
Estúdio: 20th Century Fox / Marvel Entertainment / Donner/Schuler-Donner Productions
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: Bryan Singer
Roteiro: Michael Dougherty, Daniel P. Harris, David Hayter, Zak Penn e Bryan Singer
Produção: Lauren Schuler Donner e Ralph Winter
Música: John Ottman
Fotografia: Newton Thomas Siegel
Desenho de Produção: Guy Dyas
Direção de Arte: Geoff Hubbard e Helen Jarvis
Figurino: Louise Mingenbach
Edição: John Ottman
Efeitos Especiais: Cinesite Inc. / EYETECH Optics / Frantic Films / Kleiser-Walczak Construction Company / Rhymthm & HuesMic
Elenco
Patrick Stewart (Professor Charles Xavier)
Ian McKellen (Erik Magnus Lehnsherr / Magneto)
Hugh Jackman (Logan / Wolverine)
Halle Berry (Ororo Munroe / Tempestade)
Famke Janssen (Jean Grey)
James Marsden (Scott Summers / Ciclope)
Rebecca Romijn-Stamos (Mística)
Anna Paquin (Vampira)
Alan Cumming (Kurt Wagner / Noturno)
Brian Cox (William Stryker)
Bruce Davison (Senador Robert Kelly)
Kelly Hu (Yuriko Oyama / Lady Letal)
Shawn Ashmore (Robert "Bobby" Drake / Homem de Gelo)
Aaron Stanford (John St. Allerdyce / Pyro)
Katie Stuart (Kathleen "Kitty" Pride / Lince Negra)
Kea Wong (Jubilation Lee / Jubileu)
Daniel Cudmore (Piotr "Peter" Rasputin / Colossus)
Shauna Kain (Theresa Cassidy / Siryn)
Bryce Hogson (Artie)
Cotter Smith (McKenna)
Roger R. Cross (Cartwright)
Ty Olsson (Mitchell Laurio)
Alfonso Quijada (Alphonsus)
Jill Teed (Madelaine Drake)
Alf Humphreys (William Drake)
James Kirk (Ronald "Ronny" Drake)
Sinopse
Ainda vivendo em um mundo que os odeia, os mutantes passam a sofrer uma discriminação ainda maior quando um novo mutante provoca um ataque ao Presidente dos Estados Unidos, quase matando-o. A notícia faz com que a sociedade se manifeste ainda mais contra os mutantes, fazendo com que ganhe força o projeto do registro de mutantes. William Stryker (Brian Cox), um militar que tem experiência em lidar com mutantes e uma ligação com o passado de Wolverine (Hugh Jackman), torna-se um dos porta-vozes deste pedido, além de se tornar o responsável por um plano que tem por meta erradicar de uma vez por todas os mutantes. Com a autorização do Presidente, Stryker inicia uma grande ofensiva contra os mutantes, invadindo a mansão do Professor Charles Xavier (Patrick Stewart) e forçando que Magneto (Ian McKellen), que fugiu da prisão, se una aos X-Men para combater Stryker.
Curiosidades
- O diretor James Cameron chegou a estar cotado para dirigir X-Men 2.
- O ator Jean-Claude Van Damme chegou a estar cotado para interpretar o personagem Gambit em X-Men 2, mas o personagem acabou nem mesmo aparecendo no filme.
- Os atores Steve Buscemi e Ethan Embry estiveram cotados para interpretar o personagem Noturno.
- O ator Tom Sizemore chegou a estar cotado para interpretar o personagem William Stryker.
- O ator Alan Cumming teve que enfrentar 8 horas de maquiagem para ficar com o visual de Noturno.
- O ator Hugh Jackman se preparou para X-Men 2 com o mesmo treinador que acompanhou Angelina Jolie nas filmagens de Lara Croft: Tomb Raider.
- Este é o 3º filme em que o diretor Bryan Singer e o ator Ian McKellen trabalham juntos. Os anteriores foram O Aprendiz (1998) e X-Men (2000).
- O orçamento de X-Men 2 foi de US$ 100 milhões
Tabu,
de Nagisa Oshima
Gohatto, Japão, 2000
Há alguma coisa de profundamente errado em todas as imagens de Tabu. Não porque o novo filme de Nagisa Oshima seja feio, de uma beleza ostentatória ou simplesmente equivocado. Não. É porque Tabu, ao contrário do que todos fizeram questão de falar, não é um filme sobre a homossexualidade, não é um filme sobre um desejo impossível que irrompe num seio militar ¿ ou paramilitar, no caso da milícia do filme ¿, mas sim um filme sobre a beleza: de forma alguma sobre os poderes benéficos e límpidos dela, mas justamente sobre sua parte soturna, obscura. Tabu exprime a parte excessiva da beleza, tudo aquilo nela que é prejudicial a todo sistema porque o excede em energia, suga dele tudo que pode e se apropria, tal qual vampiro ou sanguessuga ou parasita, de tudo que pode até adquirir o estatuto de peça imprescindível do sistema. A beleza torna-se um vírus. Mas Tabu é antes de tudo o filme que não expõe uma situação, mas um processo: o processo através do qual a beleza, passando inicialmente por baixo de tudo, passa a ser o significante principal, como se fosse da moite para o dia. Tabu é um filme sobre o processo subterrâneo de um vírus amável, a beleza.
Daí a estranha beleza que emerge do próprio filme. Todo feito em estúdios, Nagisa Oshima realiza um filme de época, controlado, sem as explosões de desejo tão costumeiras em seus filmes ¿ ou pelo menos nos poucos filmes dele que os brasileiros até hoje puderam ver. Um risco, então: o academicismo, um determinado número de valores que passa a valer unicamente por seu poder de clichê com o espectador ¿ que poderia se basear numa espécie de regra tácita entre um realizador e o espectador: "eu te entrego uma imagem que já está determinada como bela e você a reconhece da mesma forma, como bela". Mas nada disso em Nagisa Oshima. Tabu é justamente um filme que problematiza na imagem o próprio tema de seu filme, onde forma e conteúdo estão de tal modo interligados, fazendo apenas um, que é impossível reconhecer em cada imagem magnífica, em cada plano maravilhosamente bem filmado, um reflexo da doença da beleza que explode o microssistema de desejos daquele grupo fechado que é o centro das atenções do filme.
Tabu transcorre ne Era Meiji ¿ final do século XIX, começo do século seguinte ¿, período que dá fim ao xogunato e ao sistema feudal. É chamado o período de modernização do Japão, e um momento de muitas mudanças na sociedade japonesa. Mas a homossexualidade não é encarada lá nem como uma "nova moda" nem como uma prática anti-natural, avessa a pessoas normais. É apenas uma "inclinação estranha", algo que certamente não se entende muito, mas que não acaba com o perfil sério ou viril de nenhum dos homens com essa inclinação. Ao contrário: em toda a narrativa de Tabu, diversos homens deixam-se contaminar, ao menos em pensamento, por essa inclinação. O sexo não é encarado do ponto de vista da reprodução, da procriação, mas da produção de desejo, de um ideal propriamente de beleza que povoa aquele mundo. Se a homossexualidade passa por um circuito subterrâneo, se só se pode falar dela privadamente, é porque ela ameaça a instituição do ponto de vista estratégico: soldados que se tornam amantes podem comportar-se de forma apaixonada numa batalha e comprometer uma ação e a sobrevivência do grupo inteiro. Mas, mesmo subterraneamente, sub-repticiamente, fala-se da estranha inclinação o tempo inteiro em Tabu. Fala-se, até, exclusivamente sobre isso.
É período de escolher novos membros para a milícia Shinsen-gumi. Um deles é Sozaburo Kano (interpretado por Ryuhei Matsuda), jovem de longos cabelos e rosto de menino. O outro é Tashiro. Passa a funcionar entre eles uma espécie de estranha conjunção: o jovem guerreiro luta muito bem, inclusive melhor do que seu companheiro calouro, mas uma luta entre os dois sempre dará a vitória a Tashiro. Não é à toa que uma das cenas mais belas e sensuais do filme seja justamente quando o grande tenente Hijikata, interpretado por Takeshi Kitano em mais uma atuação formidável, repleta de uma serenidade vinda de outro mundo, reconhece que uma luta entre os dois é no fundo uma verdadeira declaração de amor, pois Sozaburo sempre deixará a vitória a seu colaga. Pois, por trás de todo conteúdo explícito, de todas as falas que mencionam a inclinação homossexual ¿ e, como já se disse, não são poucas ¿, é o desenhar de uma relação amorosa que está em jogo em Tabu. Mas nem tanto o amor dos dois calouros, mas dois amores fundamentais, que se manifestam na figura de Sozaburo e na do personagem de Kitano.
Sozaburo é um jovem de família rica. Ele não tinha nenhum motivo para estar na milícia, que geralmente abriga jovens de classes baixas que não teriam outro futuro caso não se alistasse. Quando perguntado sobre o porquê de ter entrado na milícia, ele apenas ri. Aos poucos, vamos vendo que seu desejo não é pela coragem, pela virilidade ou pelo status de guerreiro (ele teria mais fama como aristocrata). Sua única intenção, sua única verdadeira afecção é o gosto de matar, e é por iso que ele entra para o Shinsen-gumi. Ele é a fonte da beleza, mas a beleza é degenerada. Degenerada a ponto de disfarçar seus atos assassinos e jogá-los para Tashiro, a quem todas as suspeitas levam.
Mas é do lado do outro amor que Tabu funciona. O filme de Nagisa Oshima é, antes de tudo, sobre o olhar de um homem, Hijikata. Ele deixa-se primeiramente maravilhar pela beleza do novo soldado. Depois, impressiona-se com a inclinação do pupilo e com o amor que ele parece mostrar para Tashiro. Aos poucos, contudo, vai observando a natureza doentia da beleza do jovem, a destruição progressiva de todos os códigos de conduta, de todos os signos. É um olhar contemplativo, como o de Burt Lancaster em O Leopardo, que admira Alain Delon, ou Dirk Bogarde em Morte em Veneza, ambos de Visconti. Mas se em Morte em Veneza a própria natureza da beleza não é problematizada ¿ o ideal ascético da beleza que ele herda de Thomas Mann, uma espécie de ordem no caos do mundo ¿, em Tabu ele quase nunca deixa de sê-lo. Ao contrário: é a própria beleza que instaura caos, é ela o elemento que desordena o sistema. É tudo isso que observa Hijikata, deslumbrado ao mesmo tempo que terrificado pelo comportamento de Sozaburo. Mas é também Nagisa Oshima, olhando também para o cinema acadêmico japonês, de estúdios e filmes de época. Tabu é tanto mais belo quanto projeta para o ponto de vista da realização em cinema o terrível dilema de Hijikata. É só assim que podemos compreender que, na cena final do filme, Hijikata esteja sozinho com o espectador e uma bela árvore. De um golpe de espada, ele joga-a ao chão. Não se trata de recalcar um desejo homossexual, tampouco de "cortar o mal pela raiz", como uma metáfora fácil bem poderia concluir. É acima de tudo o reconhecimento de que certas belezas ocultam em si um mal insustentável, com o qual é impossível de se viver. Só que esse mal, Hijikata e Oshima incorporam, amam profundamente, mesmo que saibam impossível existir sem que eles corram risco de vida. Sozaburo e Hijikata, a bela árvore e Hijikata/Oshima, o cinema acadêmico e Oshima, principlamente: duplas sulfurosas, onde só um pode sobreviver. Um destila o veneno assassino (oferece uma beleza falsa), outro incorpora o veneno no tecido de seu métier pra torná-lo mais forte. Tabu consegue ganhar a aposta que faz, trabalhar em terreno inimigo: parecendo oferecer um espetáculo acadêmico, parecendo oferecer seu filme mais conservador, Oshima toma uma espada e subverte por seu discurso todo o conjunto de signos do cinema de academia. Tabu, subterrâneo e subversivo.
Ruy Gardnier
postado por: JULIO ASSUNÇÃO 10:42 AM
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Terça-feira, Setembro 09, 2003
Nem deu tempo de assistir direito seu ultimo filme e Mr. Nicholson volta com mais um !
Ficha Técnica
Título Original: The Pledge
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 123 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2001
Site Oficial: http://movies.warnerbros.com/thepledge
Estúdio: Warner Bros. / Morgan Creek Productions / Franchise Pictures / Clyde Is Hungry Production / Pledge Productions Inc.
Distribuição: Lumière / Warner Bros.
Direção: Sean Penn
Roteiro: Jerzy Kromolowski e Mary Olson, baseado em livro de Friedrich Dürrenmatt
Produção: Michael Fitzgerald, Sean Penn e Elie Samaha
Música: Klaus Badelt e Hans Zimmer
Fotografia: Chris Menges
Desenho de Produção: Bill Groom
Direção de Arte: Helen Jarvis
Figurino: Jill M. Ohanneson
Edição: Jay Lash Cassidy
Efeitos Especiais: Industrial Light & Magic
Elenco
Jack Nicholson (Jerry Black)
Patricia Clarkson (Margaret Larsen)
Beau Daniels (Rudy Karin)
Benicio Del Toro (Toby Jay Wadenah)
Dale Dickey (Strom)
Adrien Dorval (Xerife)
Aaron Eckhart (Stan Krolak)
Taryn Knowles (Ginny Larsen)
Nels Lennarson (Hank)
Helen Mirren (Doutora)
Tom Noonan (Gary Jackson)
Michael O'Keefe (Duane Larsen)
Robin Wright (Lori)
Robert Popoff (Prisioneiro)
Vanessa Redgrave (Annalise Hansen)
Mickey Rourke (Jim Olstad)
Sam Shepard (Eric Pollack)
Lois Smith (Helen Jackson)
Eileen Ryan (Jean)
Harry Dean Stanton (Floyd Cage)
Sinopse
Jerry Black (Jack Nicholson) é um policial veterano que vive em Nevada e está prestes a se aposentar. Em seu último dia de serviço ele recebe como missão conferir o local onde ocorreu o assassinato de uma garota de 7 anos e avisar sua família do ocorrido. Com a mãe desesperada, Jerry promete que encontrará o culpado do crime e, com isso, resolve investigar o caso auxiliado por Stan Krolak (Aaron Eckhart), outro policial. Juntos eles chegam até Toby Jay Wadenah (Benicio Del Toro), um homem com problemas mentais que assume a autoria do crime e logo depois se suicida. Krolak considera o caso encerrado, mas Jerry não acredita que Toby Jay seja o assassino e, mesmo aposentado, decide continuar as investigações por conta própria.
Premiações
- Recebeu uma indicação ao Prêmio Bodil, na categoria de Melhor Filme Americano.
Curiosidades
- O ator Jack Nicholson não é creditado em A Promessa.
- Eileen Ryan, intérprete da secretária do personagem de Jack Nicholson, é também a mãe do diretor Sean Penn.
- Assim como ocorreu na trilogia O Poderoso Chefão, em A Promessa a presença de laranjas ou suco de laranja indica que alguém irá morrer ou sofrer um atentado.
- O orçamento de A Promessa foi de US$ 45 milhões.
Critica do Estadão :
"" ....Trata-se de um filme pequeno, de grandes ambições. Livremente inspirado no romance homônimo do suíço Friedrich Dürrenmatt, acompanha um velho policial em processo de aposentadoria que luta para manter uma promessa feita no último dia de trabalho. Jack Nicholson interpreta o personagem, um tira muito respeitado no passado que se converteu em objeto de chacota dos colegas mais novos no presente. Nicholson, especialista em tipos estranhos, geralmente situados no limite da sanidade, consegue fugir dos maneirismos de que lança mão habitualmente e dá um novo sentido à cruzada solitária desse homem. Ele é o filme....
....O roteiro, assinado por Jerzy e Mary Kromolowsky, comete o pecado de assumir como verdadeiros comentários que Dürrenmatt faz à sua própria trama no livro. E Penn comete o pecado capital de incorporá-los ao filme como pistas falsas, que empobrecem ligeiramente o todo e menosprezam a capacidade de compreensão do espectador. Ainda assim, A Promessa consegue se destacar da média da produção americana, seja dos estúdios ou da fatia independente. O que não é pouca coisa nesses tempos em que a diversidade ainda sofre pesados ataques. ""
postado por: JULIO ASSUNÇÃO 2:49 PM
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Segunda-feira, Setembro 08, 2003
Semana começa com Lançamentos
Kyle Lord é um engenheiro trabalhando para a indústria de petróleo na Rússia, que é condenado injustamente pelo assassinato de sua esposa. Ele é mandado para Kravavi, um prisão de segurança máxima que guarda os criminosos mais violentos e perigosos. Viver ali é quase impossível, assim como escapar dos paredões que cercam a prisão, pois, mesmo que alguém consiga ultrapassa-los, dificilmente sobreviverá ao campo minado que envolve a estrada e toda a redondeza de Kravavi. Neste inferno, Kyle terá que sobreviver tendo como única motiação a memória de sua amada esposa.
Após o desaparecimento de milhões de pessoas, o mundo desesperado recorre ao presidente das Nações Unidas pois, está colocado em um pedestal. Idolatrado e ganhando a confiança dos que foram deixados para trás. Mas a milhares de quilômetros dali, um pequeno grupo sabe qual é a verdadeira e sinistra identidade do governante: o Anti-cristo. Eles embarcam nesta perigosa missão para abrir os olhos do mundo e esclarer a verdade.
postado por: JULIO ASSUNÇÃO 7:35 PM
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Sexta-feira, Setembro 05, 2003
Pacino is on the tape :)
Ficha Técnica
Título Original: Simone
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 117 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2002
Site Oficial: www.simonemovie.com
Estúdio: New Line Cinema / Jersey Films / Niccol Films
Distribuição: New Line Cinema / PlayArte
Direção: Andrew Niccol
Roteiro: Andrew Niccol
Produção: Andrew Niccol
Música: Carter Burwell
Fotografia: Edward Lachman
Desenho de Produção: Jan Roelfs
Direção de Arte: Sarah Knowles
Figurino: Elisabetta Beraldo
Edição: Paul Rubell
Elenco
Al Pacino (Viktor Taransky)
Catherine Keener (Elaine)
Evan Rachel Wood (Lainey)
Rachel Roberts (Simone)
Jay Mohr (Hal)
Tony Crane (Lenny)
Susan Chuang (Lotus)
Sean Cullen (Bernard)
Rebecca Romjin-Stamos (Faith)
Winona Ryder (Nicola Anders)
Camille Wainwright (Katie Crom)
Jason Schwartzman
Pruitt Taylor Vince
Sinopse
Após a principal estrela de seu mais novo trabalho desistir do projeto, o produtor Viktor Taransky (Al Pacino) entra em desespero. Sem ter como deixar tudo a perder, Taransky decide criar secretamente Simone, uma atriz digital criada especialmente para o trabalho, substituindo uma de carne e osso. Mas o que Taransky não esperava era que Simone iria se tornar um sucesso mundial, sendo que todos desejam conhecê-la pessoalmente.
Curiosidades
- O diretor Andrew Niccol inicialmente cogitou a possibilidade de utilizar uma atriz criada digitalmente para interpretar Simone no filme, mas foi impedido de utilizar esta possibilidade devido à impossibilidade ainda existente de que seres humanos criados digitalmente possam passar a sensação de serem reais.
Critica da Centervdideo :
Parece pra mim que infelizmente Pacino anda errando a mão ultimamente...
O enfadonho "Insonia" e o terrivel "O articulador" estão ai e não me deixam mentir
Em S1mone Pacino tenta fazer uma comédia , mas não consegue se sair muito bem nisto tambem...
Um enredo bem furadinho, manjado...não emplaca mesmo, alem do fato que é muiiito longo...
Acho que era intenção ser uma comédia romantica...mas perderam a chance...
quem puder achar qualidades neste filme por favor poste aqui...que até agora eu tô tentando...
Nota 5.5
E para os ardorosos fãs de Pacino que acharam minha critica acima
uma heresia segue outra aqui (muito melhor é claro) que retrata
muito a minha opinião :
SIMONE de Andrew Niccol -
Al Pacino numa comédia ruim, metida a esperta e sem graça. Não seja enganado!
Bernardo Krivochein (Rio) - zeta filmes
Nosso saudoso presidente Lula da Silva volta de Davos, Suíça, ovacionado por propor a criação de um fundo monetário dos países ricos membros do G-7 para a erradicação da fome nos países do Terceiro Mundo. Sinceramente, acho que, aproveitando o ensejo, deveria ser criado um fundo monetário para não deixar Al Pacino morrer de fome e ter como se sustentar nos períodos de estiagem "roteirística".
Porque "Simone" é uma bosta.
(De repente, o crítico vê-se no meio de um dilema: contrariando as regras básicas de uma resenha, ele percebe que acabou entregando sua opinião pessoal logo de início; preocupado, procura uma maneira de poder se safar de maiores críticas dos leitores.)
Tá, se o que você queria era minha opinião sobre o filme, tá aí - é um angu de caroço, um embuste, o cocô da mosca do cavalo do bandido - mas se você se importar em continuar comigo enquanto eu termino de escrever esse texto, eu prometo ser bem engraçadinho, tá?
Olha que eu não tinha achado o filme isso tudo de ruim não, ao final da sessão. Claro, tinha achado fraco, mas não era um atentado contra a humanidade. Foi passando o tempo, eu fiquei pensando no filme até perceber que tinha sido enganado. Como um jogador que, tempos depois, percebe que foi trapaceado, eu voltei ao cinema, ergui minha AR-15 contra o gerente do cinema e... bem, isso vocês vão ver na página policial de seu jornal preferido amanhã. O que importa agora é: "Simone" não é bom não. É uma comediazinha safada, redundante, metida a esperta e sem graça. Mais ou menos assim como eu.
O que é mais engraçado é que o roteirista-barra-diretor é o até então promissor Andrew Niccol (do ótimo "Gattaca" - que é ÓBVIO que você viu, até porque provavelmente deve ter vindo de graça junto com o seu novo aparelho de DVD), que parece que, nesse filme, sofreu a síndrome da alvorada do pensamento crítico em um ser humano. Sabe quando você é adolescente, toma consciência do mundo e posiciona-se com teorias imaginadas por você mesmo e frases de efeito idem? Aqui no Rio, existia uma pichação no muro de uma mansão que dizia "para que temer, se o futuro é a morte?", que bem caracteriza o gênero. Enfim, a visão de Niccol quer ser crítica e ácida, mas quem foi crítico e ácido foi o público, esculachando o filme dele.
"Simone", ou "S1m0ne", como a grafia engraçadinha do cartaz vende o filme, é a abreviação de "Simulation One" (bocejo), que por si só, é o programa que permite o diretor de cinema fracassado Viktor Taransky (Au Patino) utilizar-se de uma atriz virtual, depois que sua estrela (Winona Ryder) abandona o navio. Herdado por Taransky depois que o programador morre por uma causa que era para ser engraçada (Jeffrey Pierce, o programador, não a causa), o programa se torna uma mão na roda, o filme de Taransky é um sucesso e "51m0n3" (Rachel Roberts, bonita, mas sem sal, ou seja, perfeita pro papel de mulher virtual) vira um sucesso mundial. Quando todos começam a fazer pressão para conhecer "S!m0n6" pessoalmente, Taransky tem que se virar e driblar o povão do jeito que pode.
Mas a graça do filme é mais inexistente que o fã-clube de Bernardo Krivochein. "$!m*n§" é infantolóide, corre atrás do próprio rabo, perde chances de boas piadas e cai na implausibilidade várias vezes. Mas a pior de todas as falhas do roteiro, é a de retratar o diretor Taransky como um artista pretensioso, ainda que gente fina. O filme deixa a entender que suas obras são bostas que só funcionam por causa de sua estrela virtual, desligando o público de qualquer vínculo com o protagonista. Ele não é um homem de visão tentando mantê-la no meio dos abutres do mainstream: ele é outra vagabunda de "Big Brother", querendo aparecer na "Caras".
E a obviedade das situações?! Quando a atriz virtual sai em turnê como cantora pop (nem pergunta), a canção que ela entoa é... "(You make me feel like a) Natural Woman". Cara, que sacação! (isso era para ser irônico)
Pelo menos o filme conta com um bom cast de atores, como Catherine Keener e Pruitt Taylor Vince, mas é Winona Ryder é que rouba a cena. Desculpa, eu não resisti.
Enfim, a mensagem de "Simone" é que real é melhor que virtual, então pára de varar a noite no chat erótico, menino! Viu, New Line? Eu consigo transmitir a mesma moral sem desperdiçar milhões e arrecadando o mesmo de bilheteria que esse filme, que foi NADA! Me liguem.
postado por: JULIO ASSUNÇÃO 8:49 PM
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traveco bobagem...pouco é
Uma comédia divertida com BARRY WATSON (Onze Homens e Um Segredo), MICHAEL ROSENBAUM (A Casa Caiu) e HARLAND WILLIAMS (Meu Vizinho Mafioso). Três garotões são expulsos do alojamento dos meninos da Universidade e perdem seus quartos, refeições e outra regalias. Desesperados, arriscam o alojamento das meninas enquanto pensam num jeito de voltarem ao D. O. G. (Delta Omicron Gama - alojamento dos meninos). Para isto, terão de se transformar em GAROTAS de verdade e vão usar muita maquiagem, salto alto e outros aparatos femininos. Você vai se divertir com a lição que estes chauvinistas vão levar sentindo na própria pele tudo que aprontaram para as meninas.
postado por: JULIO ASSUNÇÃO 8:20 PM
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